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Esmaltes

sexta-feira, julho 03, 2009

03
jul

Dica do dia!

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Saias

Como podemos ver na novela caminho das índias a personagem da Yvone usa sempre saias em diversos cortes, a maioria das vezes elas são mais rodadas e sempre muito elegantes.
As saias estão com tudo, e no inverno você pode incrementar seu look com meias fio 40,60 e até mesmo o 80 que ficará maravilhoso.
O lance é brincar com o visual, e apostar todas suas fichas nos mais variados modelos de saias...
Você pode usar um look básico e combinar com os acessórios que estão em alta como lenços, colares, echarpes.
Mas como toda produção o exagero pode ser desastroso...

Então meus amores, chegou a vez de abusar das saias, e criar os mais diferentes looks e mantera a elegância no inverno.















Amanhã tem mais dicas pra vocês!!!!

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Casa Velha em Ruínas

Da distância que estávamos, só era possível distinguir entre o verde pedaços soltos de telhas já amarelas que pareciam flutuar sobre a vegetação que cercara a casa.
Com dificuldade tentamos nos aproximar mais alguns metros, mas as plantas daninhas que ali moravam pareciam ter vida própria e uma vontade de aprisionar com seus galhos e folhas tudo que se aproximasse delas.
Tentamos a foice. E a luta foi lenta e árdua, o verde resistindo aos golpes que cortavem sua vida, mas conseguimos.
Não havia mais porta: apenas uma placa de madeira inclinada na parede onde estava telhado o nome daquele engenho. Quase não havia parede, só tijolos que ainda sobreviviam mas que, como o resto, cedo virariam pó.
A escuridão nos impedia de continuar. Tivemos de quebar as telhas que ainda estavam penduradas no alto, para que fosse possível a entrada da luz do sol que não brilharia por mais tempo.
No chão de madeira as ervas já começavam a surgir. Não havia móveis ou qualquer objeto que indicasse que havido gente morando naquela casa no passado.
Nem animais. Só o verde, intruso e vitorioso.
Em um dos quartos encontramos livros jogados no chão, uma cadeira, uma mesa e um copo de vidro quebrado. E também um retrato torto, pendurado na parede torta, cheirando a mofo e a pó, a unica indicação do passado naquela casa.
O resto era ruínas que, por contradição, não lembravam o passado e sim a decadência atual.
Começou a escurecer e tivemos de voltar.
E o verde, silencioso, seguiu em sua marcha lenta, para cima e para os lados, até fazer o velho engenho morto submergir de vez.

Renato Russo