Tema da Semana...

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segunda-feira, junho 29, 2009


Tudo monitorado, é a tecnologia chegando

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Você acorda para trabalhar. No banheiro, o espelho indica seu peso, sua idade, o nível de colesterol e a pressão sanguínea informados por sensores implantados em seu corpo. Também mostra a série de exercícios físicos que você deve fazer para manter seu organismo saudável. Na cozinha, sua mãe prepara o café. A geladeira apresenta os produtos cujo prazo de validade está chegando ao fim e envia para o mural digital da cozinha a lista de itens que devem ser comprados. O equipamento, com tela sensível ao toque e webcam integrada, também exibe fotos de seus amigos e parentes. É o aniversário de seu tio que mora no exterior. Você grava um vídeo desejando felicidades. Com a ponta do dedo, arrasta o arquivo até a foto do aniversariante. Pronto, a mensagem é enviada para o e-mail de seu tio. Já no carro, você se dá conta de que esqueceu o endereço da reunião marcada para esta manhã. Com um comando de voz, seus e-mails aparecem no display do carro. Ao selecionar o endereço com o toque do dedo, o GPS indica o melhor caminho a seguir. Coisa de filme? Em alguns anos, sua rotina poderá ser assim.
A promessa que a ciência e a evolução tecnológica trazem para a humanidade é de um futuro conectado. Uma conectividade, garantem cientistas e estudiosos, bem diferente daquela à qual estamos acostumados atualmente. Na próxima década, chips deverão estar presentes em sapatos, carteiras, gravatas, canetas, batons, em seu corpo e sob sua pele. Tudo terá inteligência e estará conectado. “A palavra ‘computador’ vai desaparecer, porque tudo será computador”, diz Jean Paul Jacob, pesquisador emérito da IBM que foi contratado há 46 anos pela empresa para o cargo de futurólogo da companhia americana. Como essas mudanças vão afetar nossa vida?
Algumas das facilidades descritas na abertura desta reportagem (como a geladeira com internet) são prometidas há anos pela indústria, sem nunca passar do protótipo. Mas um número crescente de produtos inovadores já está sendo produzido. Eles mostram como é possível incorporar a capacidade computacional a objetos e equipamentos que vão além de laptops, GPS (Global Positioning System), celulares multifuncionais e sensores usados por atletas para controlar batimentos cardíacos e velocidade de corrida.
O próprio conceito de chip passará por mudanças. Deixará de ser feito de silício. Henrique Eisi Toma, coordenador do laboratório de nanotecnologia molecular da Universidade de São Paulo (USP), diz que a ciência vive um momento semelhante à transição da válvula para o transistor. A nova geração de chips será construída em nanoescala. Seus componentes serão tão pequenos – mil vezes menores que as dimensões atuais – que serão construídos molécula por molécula. “A nanoescala, ao contrário da microescala – que ficou restrita à eletrônica –, vai mexer com tudo da sociedade”, diz Toma.
Uma das promessas para a área de saúde é o protótipo da iPill, da Philips, uma pílula inteligente criada para tratar doenças do aparelho digestivo como colite e câncer do cólon. O remédio é capaz de identificar a região do trato intestinal em que está alojado (devido às diferenças do nível de acidez entre o estômago e áreas do intestino) e liberar doses pré-programadas de substâncias para combater o mal. A cápsula de 26 milímetros tem microprocessador, bateria, sensor de acidez, transmissor de rádio, termômetro e uma bomba para liberar os medicamentos. Ela se comunica com uma unidade controladora fora do corpo por meio de rádio, informando a temperatura local. O microprocessador controla a administração da droga, que é liberada pela bomba da cápsula, segundo as prescrições do médico.
Os aparelhos tradicionais também vão adquirir formas mais dinâmicas. Um dos desafios é aprimorar o equipamento mais íntimo e multifuncional que usamos hoje: o celular. Centros de design da Motorola na Coreia, na China, no Reino Unido, na América do Norte e na do Sul desenvolveram um estudo que apresenta 12 conceitos de como serão os telefones móveis em 2033. Segundo eles, diversos objetos que temos à mão, como chaveiros, anéis, pulseiras, relógios e porta-retratos, ganharão funções de comunicação, hoje restritas ao telefone e ao computador. Nós os usaremos alternadamente, segundo nossa conveniência.
Um protótipo da empresa, o Metamorfose, feito com material flexível, mudará de forma, tamanho e funções a um simples chacoalhar de mãos. Ele poderá ter o formato de telefone, de um cartão de crédito ou de uma tela. É um conceito parecido com o do Morph, da Nokia, que também prevê que o material plástico do aparelho será autolimpante. As empresas ainda não têm tecnologia para construir tais equipamentos, mas acreditam que o design deverá seguir esse caminho.
Aparelhos tão surpreendentes terão novas formas de se comunicar conosco. Hoje, dependemos de teclados, botões ou mouses para comandá-los. Isso vai mudar. O Projeto Natal, da Microsoft, dá algumas dicas de como poderá evoluir essa nova relação. Composto de sensor de movimentos, câmera e microfones acoplados ao videogame Xbox 360, o aparelho inova por não ter controles. Você usa o próprio corpo para interagir com o console. O sistema usa um sensor para monitorar o movimento do corpo do jogador, sua face e voz. O produto ainda não tem data para ser lançado. Mas a fabricante de brinquedos Mattel começou a vender em fevereiro um brinquedo que usa a força da mente. O desafio do jogo Mind Flex é fazer uma bola ultrapassar obstáculos em uma base. Para isso, o jogador veste uma espécie de fone de ouvido, com sensores na testa e nos lóbulos das orelhas. Eles medem os impulsos elétricos dos neurônios do jogador e identificam seu nível de concentração. Quanto mais concentrado ele estiver, maior será sua capacidade de controlar o movimento e a velocidade da bola.
A Mattel lançou um jogo em que você controla uma bolinha com a força do pensamento
A perspectiva dos pesquisadores é que a comunicação com as máquinas venha a ser mais natural. Hoje, eles estudam como os aparelhos podem entender melhor nossas ordens e nossos humores. É o que fazem os 50 pesquisadores e professores da Tauchi (Unidade de Interação entre Homens e Computadores da Universidade de Tampere), na Finlândia. Eles estudam técnicas para acessar informações e aplicações exclusivamente por meio da visão. Seu principal uso, por enquanto, é permitir a comunicação de pessoas que sofrem de deficiências motoras. Mas as funções podem evoluir para outros públicos.
Kari-Jouko Raiha, coordenador da Tauchi, acredita que os computadores ganharão mais independência ou autonomia para tomar ações sem que você precise dar um comando. A Tauchi desenvolveu um programa que monitora a movimentação dos olhos enquanto você lê um texto em idioma estrangeiro. A invenção combina software com um equipamento chamado “eye tracker”, uma pequena câmera de vídeo com uma fonte de luz infravermelha que ilumina o olho para monitorar sua movimentação. O pesquisador afirma que o padrão de movimentos da visão muda quando deparamos com uma palavra desconhecida. E o sistema é capaz de identificar essa alteração, informando a tradução da palavra, sem que você precise solicitá-la previamente. Outro projeto do instituto finlandês está ligado a sistemas capazes de reconhecer e se adaptar a mudanças emocionais do usuário. Eles também são compostos de software e do “eye tracker” e poderiam ser usados em escolas. O sistema perceberia quando os alunos deixassem de prestar atenção ao conteúdo e realizaria as mudanças necessárias para reconquistar os estudantes.




GESTOS Uma jogadora da seleção americana de vôlei testa sensores de movimento que a Microsoft poderá incorporar ao console XBox. Pode ser uma forma de comunicação com outros equipamentos da casa
As novas gerações também constroem sua noção dos outros a partir do que está no arquivo digital on-line público. Quando alguém vai ser apresentado a uma pessoa, procura tudo o que diz respeito a ela em sites de busca, para formar uma opinião prévia. Essas primeiras impressões são duradouras, mesmo depois de um contato pessoal. Mas as informações sobre cada pessoa na internet, boas, ruins ou falsas, são organizadas pelos buscadores, sem nenhum controle do perfilado. “Hoje, o Google faz a sua imagem”, diz Jean Paul Jacob. Ele disse que, antes de me atender para a entrevista, consultou meu nome na internet. Queria saber quem eu era, ou melhor, como o Google me apresentava.
Um sistema finlandês percebe quando você depara com uma palavra e não sabe seu significado
Essa perda de controle sobre a própria imagem vai se acentuar. “A troca de informações entre computadores e pessoas não é algo exatamente novo”, afirma Desney Tan, pesquisador da Microsoft em Redmond, nos Estados Unidos. “Mas a escala com que vamos poder e querer fazer isso será muitas vezes maior.” Os computadores, sensores e câmeras estarão em todos os lugares. Na maioria das vezes, não poderão ser vistos. Isso significa que a sociedade precisará desenvolver novas formas de deixar as pessoas cientes da presença desses computadores e do que eles são capazes de fazer, que tipo de dados eles capturam e como essas informações são compartilhadas e armazenadas. Para Abigail Sellen, pesquisadora-chefe do centro de pesquisas da Microsoft em Cambridge, no Reino Unido, a tarefa de estabelecer esses novos limites é parte das atribuições do Estado, já que envolve aspectos legais. Mas também é missão dos designers que vão criar os equipamentos hiperconectados.
Um exemplo desses novos desafios é a disseminação de uma espécie de chip que poderá vir colado no rótulo de um produto ou em uma etiqueta, sem que você perceba. São as etiquetas RFID, uma sigla para o sistema de identificação por radiofrequência. Esse chip envia e recebe informações por meio de antenas de rádio. Sua promessa é acabar com filas em lojas e supermercados. Você fará as compras e, ao sair do estabelecimento, o valor total das mercadorias adquiridas será debitado de seu cartão de crédito. A discussão é que, como as etiquetas RFID enviam e recebem informações, depois de sair do supermercado continuaríamos a receber ofertas de promoções e descontos no celular ao caminhar pelo shopping ou pela rua, independentemente de nossa permissão. E os fabricantes também poderiam usar o sinal do chip para seguir nossos passos e conhecer nossos hábitos.
Para tentar solucionar o problema – ou diminuir seu impacto –, a IBM desenvolveu uma tecnologia chamada Clipped Tag. Trata-se de uma etiqueta RFID cujo tamanho da antena pode ser reduzido pelo consumidor ao sair da loja. Ela vem com uma espécie de picote que o consumidor rasga ou corta com uma tesoura. Depois do corte, o alcance da etiqueta passa de cerca de 10 metros para alguns centímetros. É o suficiente para deixá-la fora do alcance das antenas espalhadas pela rua e preservar a intimidade de quem circula com ela.
Os pesquisadores se dizem otimistas. “Novas tecnologias vão continuar a despertar desafiadoras questões éticas, culturais e legais”, afirma Tan, da Microsoft. “Mas não acredito que escorregaremos para um mundo no qual perderemos o controle sobre a informação. A menos que decidamos que queremos isso.” De certa forma, parte dessa discussão sobre privacidade e ética digital já está acontecendo agora, com a disseminação de blogs, Facebook, Twitter, YouTube e de nossos dispositivos eletrônicos. Podemos ainda não ter chegado a conclusões. Mas, quando os computadores ficarem invisíveis, estaremos muito mais preparados para os novos desafios morais que a tecnologia trará.




Nesta foto é a mesma do início do post onde parecia ser uma simples cena romântica, porém o diferencial está nos diversos detectores, aqui só deixei exposto o qual detectava que a moça poderá ser hipertensa.

Fonte: Revista Época

segunda-feira, junho 01, 2009


Eu ainda morro disso! kkk

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Mulher em shopping é um perigo mesmo, eu que o diga! Eu adoro adereços, pode ser uma bijoux, óculos , bolsas, sapatos ou agora as famosas echarpes, hoje na hora do almoço já cometi meu pecado básico, o exagero!
Eu sou aquele tipo de pessoa que quando gosto não me importo com o valor, e nem com a quantidade, pois só vou escolhendo e separando, quando vou fechar a conta que vem o susto, haja limite no cartão.
Agora na hora do almoço comprei 4 echarpes novas, lindas, modernas, e cheias de glamour.Adoroooo!
Óculos de sol eu já perdi as contas de quantos tenho, brincos e colares então nem se fala, acho que consigo montar uma loja só com meus óculos, brincos, pulseira, colares, echarpes, lenços, e bolsas, sem contar os meus mais de 70 pares de sapatos... Vivo ouvindo as broncas da minha mãe por este meu exagero básico, eu sou aquele tipo de pessoa que não tem limites, que chega ao cúmulo de gastar R$ 1.200,00 em bijoux, podem me recriminar, isto é coisa de maluca mesmo. Meu pai sempre fala, filha o dinheiro que você gasta comprando este monte de latões você compraria uma boa jóia que não se perde, que terá para sempre. Mas é aí que está o problema, jóias são para sempre, e eu não vou sair nas ruas no dia a dia com um anel de R$ 1.000,00, até mesmo por segurança, as minhas jóias deixo para ocasiões mais importantes.
Agora as "preciosas" bijoux, ah elas são inseparaveis, além de nos dar aquele ar moderno, ainda nos embeleza, e podemos trocar sem nos importar com nada.

E como o meu ataque de hoje foram com as echarpes vou deixar aqui formas de se usar.


sexta-feira, abril 17, 2009


As Primeiras Tendências OUTONO/INVERNO 2010

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As tendências da primavera mal começaram a ser trabalhadas e já se fala em outono 2010? Claro que sim, afinal com a velocidade das informações não vai demorar muito para vermos essas tendências pipocando por aí. Quem trabalha na indústria sabe que logo, logo é hora de pensar no próximo outono/inverno, especialmente nestes tempos difíceis, em que o desafio de conquistar o consumidor é ainda maior.

Essa preocupação era comum em todos os envolvidos na última temporada de desfiles em Nova York, Londres, Milão e Paris. Apesar de muitas grifes terem investido em coleções seguras e comerciais, isso não quer dizer que a estação será previsível e sem graça. Pelo contrário. Há sim um retorno à elegância e muitas peças atemporais, mas também há diversão e pequenas extravagâncias absolutamente necessárias para nossas vidas. Confira abaixo os principais temas e peças-chave do outono/inverno 2010.

Marc Jacobs, Topshop Unique e Balmain

Anos 80:
sim, eles continuam até o ano que vem. O símbolo máximo são os ombros quadrados e super marcados. Os babados e volumes localizados, as cores vibrantes, as meias semitransparentes e os micro comprimentos completam o revival.

Referências: Marc Jacobs, Marc by Marc Jacobs, Alexander Wang, Phi, Topshop Unique, Julien Macdonald, Issa, Gianfranco Ferré, Gucci, Versace, Balmain, Martin Margiela, Givenchy, Hussein Chalayan, Karl Lagerfeld, Chloé.


Nina Ricci, Rodarte e Louise Goldin

Futurismo: o clima sci-fi também permanece por mais uma estação. Cores metalizadas, formas geométricas e arquitetônicas são os elementos.

Referências: BCBG, Jonathan Saunders, Max Azria, Rodarte, Calvin Klein, Giles, Louise Goldin, Rue du Mail, Nina Ricci.


Michael Kors, Lanvin e Prada

Nova Elegância: peças atemporais e de alfaiataria, padronagens clássicas (pied-de-poule, espinha-de-peixe), um certo ar anos 40, saias lápis, vestidos ajustados e nos joelhos, cintura marcada e casacos-vestido. Elementos para um guarda-roupa infalível.

Referências: Peter Som, Michael Kors, Ralph Lauren, Prada, Balenciaga, Stella McCartney, Christian Lacroix, Alexander McQueen, Yves Saint Laurent, Lanvin.


Miu Miu, Stella McCartney e Doo.Ri

Transparências e rendas: o jogo de esconde-mostra volta com força, em clima minimalista ou boudoir, incluindo lingerie à mostra sob jaquetas e vestidos.

Referências: Thakoon, Doo.Ri, Salvatore Ferragamo, Azzaro, Lanvin, Ungaro, Viktor & Rolf, Chloé, Balenciaga, Louis Vuitton, Chanel, Stella McCartney, Miu Miu.


Luella, Paul Smith e Pollini

Militar: as jaquetas e chapéus lembram muito mais o “Soldadinho de Chumbo” do que a indumentária do exército.

Referências: Temperley, Y3, Luella, Paul Smith, Pollini, Kris van Assche.


Catherine Malandrino, Isaac Mizhari e Dolce & Gabbana

Surrealismo: uma visita ao trabalho de Elsa Schiaparelli com estampas e desenhos divertidos e acessórios bizarros.

Referências: Isaac Mizhari, Thakoon, Catherine Malandrino, Dolce & Gabbana.


Behnaz Sarafpour, Givenchy e Louis Vuitton


Marc Jacons, Calvin Klein e Michael Kors

Cores: preto, cinza, azul noite, verde escuro, pink, vermelho, laranja, amarelo, dourado.


Lanvin, Prada e Stella McCartney

Acessórios: colares exagerados e super elaborados, plataformas e salto grossos, e as botas-meias, o fetiche da temporada.

quinta-feira, abril 16, 2009


Fast Fashion: Mocinho ou Vilão?

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O que envolve o fenômeno que acelerou o ciclo de consumo de moda?

O fast fashion é um movimento que identifica, produz e distribui em tempo recorde produtos com preços acessíveis e design atualizado.



Seus produtos foram rotulados por muitos como a moda “descartável”, por conta da falta de qualidade em seus acabamentos e materiais. Para outros, foi classificado como a moda “acessível”, pois permitiu uma espécie de inclusão social, pelo design atualizado. É impossível ficar “fora da moda” graças a ele.




Mas ele é um mocinho ou um vilão?

A positividade do fenômeno é clara, nos últimos anos ocorreu um grande aumento de ofertas de empregos em todo sistema que envolve o segmento moda. Entretanto, o ponto negativo vem da própria indústria, pois foi denunciado o trabalho escravo em países como China e Índia.



Já outra negatividade do movimento só foi delatada algum tempo depois, quando foi percebido que o destino dessas roupas após o uso não eram os brechós, mas sim o lixo comum, nada seletivo e altamente poluente.

O que pode ser feito na tentativa de minimizar essa questão?

É fato que tal movimento não vai “murchar” totalmente por conta de denúncias, o que importa é reconhecer que na ponta final ainda pode-se realizar algumas ações, tais como:

Campanha de Doação - Não vão faltar receptores para esses produtos. Evitar a sazonalidade (inverno, enchentes etc…) e contar com grandes centros de visitação (shoppings e supermercados) são determinantes para exercitar o hábito de doar.

Coleta de Lixo Têxtil - Muitas associações já trabalham com esse material. Algumas vezes ficam carentes deles, pois não contam com a organização do sistema público. Na França segundo Lylian Berlim (coordenadora do curso de pós-graduação de Design de Moda da UNILASALLE - www.unilasalle.com.br ), além da coleta seletiva existem regras rigorosas que caso não sejam cumpridas geram até multa.

Escambo - Promover eventos onde não se usa a moeda para trocar produtos com certeza suavizará o movimento. Recentemente foram promovidos encontros desse tipo aqui no Rio de Janeiro que foram o maior sucesso! Uns levam roupas, outros guloseimas, alguém cede o espaço da casa e pronto!

Dando uma guinada para os varejistas de pequeno e médio porte, me ocorreu que dentro desse movimento, que sem querer eles se envolveram (o fast fashion só pode ser praticado por grandes varejistas), em competitividade de preço e atualização, repasso umas dicas: Faça uma reeducação quantitativa da sua grade e repense sobre a variedade da sua cartela de cores. O resultado será o estoque zerado!

Aproveite para ler o trecho do texto que eu falo sobre a moda Sem Estação.

Para pensar: Suzy Menkes editora do International Herald Tribune comentou que “toda moda é gerada a partir da cultura do momento” o que faz pensar que atualmente cultuamos necessidades que estruturam muito bem o fenômeno fast fashion.

quarta-feira, março 18, 2009


Aprenda a fazer um Make Indiano..

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Quer ficar igual a Juliana Paes na novela das oito? A beauty artist Penélope Beolchi ensina a fazer com um belo passo-a-passo para você entrar nesta moda



Sempre que uma nova novela começa, os estilos das roupas, da maquiagem e dos cabelos são copiados e viram moda.

Se você é uma dessas adeptas e quer ficar parecida com a Juliana Paes, na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, acompanhe as dicas da beuaty artist Penélope Beolchi e aprenda a fazer um look indiano.

1º. PASSO


Com a pele limpa, aplique a base que mais se aproxima de seu tom natural de pele. Para dar acabamento, passe uma fina camada de pó solto. Não se esqueça de fazer as correções necessárias com o corretivo. O blush é aplicado com suavidade, apenas para dar volume às maçãs do rosto.










2º. PASSO

Passe o lápis kajal várias vezes na raiz dos cílios superiores e inferiores, em toda a linha da lágrima. “Pisque várias vezes para que ele se espalhe e crie um efeito borrado ao redor dos olhos”









3º. PASSO

Depois, esfume com um cotonete ou pincel de sombra. “Os olhos bastante contornados e pretos são o ponto mais marcante do make indiano”











4º. PASSO


Para complementar o look, é preciso destacar as sobrancelhas. Preencha-as com lápis especiais para sobrancelhas, logo após esfumar os olhos. “Assim você terá uma idéia melhor da intensidade da cor do make”, conta. Preencha as falhas entre os fios com lápis marrom escuro ou preto, de acordo com a cor de seu cabelo.










5º. PASSO


Agora, é a hora de aplicar a sombra. Antes, passe uma camada espessa de pó facial translúcido na região abaixo dos olhos. Dessa forma, se a sombra cair, não ficará fixada nesse local. Aplique um pouco de sombra marrom em toda a volta dos olhos, puxando os cantos para dar um ar oriental e marcando a região do côncavo. Para isso, você deve marcar a dobra da pálpebra de maneira que, com os olhos abertos, seja possível ver um pouco da sombra. A cor pode ser a de sua preferência. “O sombreado escuro fica bem com todas as cores. Basta escolher uma cor média para a pálpebra e uma mais clara para aplicar abaixo das sobrancelhas, que funcionará como um iluminador”, diz a maquiadora. Para este look, Penélope optou pela sombra laranja, utilizando o bege como iluminador, e pelo azul intenso, utilizando o rosa claro como iluminador. Para finalizar os olhos, faça um traço forte de delineador e aplique várias camadas de máscara de volume para cílios.










6º. PASSO

Por fim, aplique um gloss rosa para finalizar o make e dar um ar de graciosidade. Se quiser aderir ainda mais ao estilo indiano, pode também aplicar um bindi, o ponto colorido entre as sobrancelhas, que dá ainda mais charme ao visual.






Quer conhecer mais o trabalho da artista? Veja o blog: www.penelopebeolchi.blogspot.com




Modelo: Rosane Santos (Agência: Mega)
Fotos: André Salcedo/Divulgação
Produção: Drica Cruz

Terno: Você sabe comprar??

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Os homens possuem muita dificuldade na hora de escolher um, mas nós (mulheres) podemos ajudá-los. Aprenda como indicar o melhor para ele



Comprar terno é fácil. Só que para piorar, a maioria dos homens não acerta na hora da escolha. Nesse quesito é necessário experimentar, sim, algo que eles normalmente não gostam de fazer.

Ajude-o a optar pelo conforto e qualidade. Muitas pessoas não sabem, mas o melhor de todos os ternos é aquele feito de lã fria - pois ele mantem a temperatura conforme a região em que se está. Ou seja, no inverno, ele aquece, no verão, refresca, fazendo com que quem usa não passe calor e nem frio.

O único problema dos feitos com esse tecido é que eles costumam custar um pouco mais caro do que o comum. Mas é bom lembrar que o terno será usado em diversas ocasiões e que precisa durar por um bom tempo. Por esse motivo, opte pelo melhor e não tenha medo de gastar nesse momento.


Esqueça os ternos de microfibras e polyester: além de serem quentes, eles também são extremamente deselegantes e causa má impressão aonde estiver.



Também é preciso que observar o que o homem não gosta no corpo dele. Alguns tipos de cortes valorizam áreas a qual seu companheiro pode desejar esconder, por isso, faça-o experimentar vários tipos de modelos para ver o que se encaixa com seu perfil.

O comprimento perfeito do terno causa muitas polêmicas, já que costumamos ver muitos erros nas ruas. O tamanho ideal da manga deve acabar exatamente na junção do pulso com a mão, isso porque a camisa que ele usar ficará 1 cm para fora.


Escolha do comprimento da calça também é um problema para muitos. Existem dois tipos de barra, a barra simples e a italiana.

A barra italiana é aquela mais grossa e aparente. Deve ser excluída do guarda roupa dos baixinhos, apesar de ser extremamente elegante, ela encurta dando a impressão de que a pessoa é menor do que é.

O comprimento das calças deve ficar sempre aonde a sola do sapato começa, a meia nunca deve aparecer.


Já o paletó deve sempre cobrir as nádegas, e, é claro, ele deve ser sempre forrado.

Um dica muito importante é ter uma conversa sincera com o vendedor, diga o que vocês desejam, inclusive se puder cite o evento ao qual irá com o terno. Eles foram instruídos para lhe ajudar e tenha certeza que darão ótimas dicas na hora da compra.


Cores para o Costume

Os tons mais escuros para os costume sempre são as melhores opções e evitam que erros drásticos. No máximo, faça optar por azul marinho, além de passar confiança, a cor é fácil de combinar.

As riscas de giz também são bem vindas, mas se ele for muito alto, não opte por elas, a não ser que queira chamar muita atenção.

Outra dúvida comum entre os homens é a combinação entre cor do terno, do par de meia e dos sapatos. Atualmente existe uma regra que diz que sapatos pretos devem vir acompanhados de meias pretas, independente da cor do terno.


Como escolher gravatas?

As melhores gravatas são de seda e, como os ternos de lã fria, elas custam caro, porém duram mais do que qualquer outra.

O nó deve ser sempre mais ajustado. Se seu namorado ou marido não saber faze-lo, compre alguma gravata que tenha já venha pronto ou a peça para o vendedor lhe ensinar a fazer.

Nunca esqueça: a gravata tem que cobrir a fivela do cinto e nunca ficar acima desse ponto ou abaixo.

Também evite gravatas muito largas e com cores muito chamativas. Escolha sempre o tradicional, o básico assim terá mais chance de acertar.


Cortes para eles

Existem diversos tipos de cortes e isso costuma deixar os homens um pouco perdidos. Para entender melhor sobre eles, listamos os básicos para lhe ajudar na hora da compra:


Corte Anglo Americano

Esse terno tem ombreiras mais leves, linhas verticais, é mais solto, mas levemente acinturado. Ele também tem um peito menor e cava maior.

O corte é indicado para baixinhos e gordinhos, pois ele emagrece e cria falsa impressão de altura.


Corte Europeu

O terno é mais acinturado, possui mangas estreitas, cavas mais altas e é mais justo no peito - perfeito para quem está com físico no lugar. Quem é muito magro também pode usufruir dessa combinação.

Esse corte cria uma falsa impressão nos ombros mais fortes, já que ele é mais marcado nessa região. Já a calça desse terno é mais afunilada, mais baixa e justa nas nádegas e coxas, os mais cheinhos nessa região deve passar longe dele.


Corte Sack ou “Brooks Brothers” Americana

Apesar de valorizar todos os tipos físicos, os mais altos devem ficar longe deles, já os gordinhos se favoreceram.

As ombreiras desse terno são mais leve, ele ainda possui linhas verticais, peito e cava menor.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009


O Dourado do Verão!!!

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Adriane Galisteu fez um ensaio adotando um visual inusitado, para a Revista Quem. Nas fotos, assinadas pelo 'expert' Fernando Torquatto, a loira aparece toda dourada, mais reluzente do que nunca. Inspirado nas tendências de moda da próxima estação e na personalidade da própria apresentadora, Torquatto abusou do tom ouro: “Fiz esse ensaio baseado no seu brilho. Nela, tudo reluz. O ouro tem a ver com ela e também antecipa uma tendência do inverno, que será de muito dourado e peças sofisticadas”,

quarta-feira, novembro 19, 2008


PALLADIUM FASHION - PONTA GROSSA

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Portugal Fashion!

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terça-feira, agosto 05, 2008


Galochas ... A febre do momento!

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Diversas lojas em São Paulo, principalmente na região dos Jardins, vendem o calçado. Na internet, a dica é entrar no blog Bonitas Galochas. Lá, existem vários modelos trazidos principalmente da China. A Ana Helena, dona do blog, me contou que está procurando lojas que estejam interessadas em revender o acessório. Portanto, senhores lojistas, esse pode ser um bom canal. Baseado no sucesso que o assunto faz aqui no blog, penso que é retorno de vendas na certa. Além do blog, a Carla Bom (carlinha.bom@gmail.com) e a Claudia Huehara (claudiauehara8@hotmail.com) também vendem galochas. Para ver o catálogo das duas, é só mandar um e-mail para elas. Um dado interessante: as três garotas estão praticando um preço super bom! Bem abaixo dos valores que vi em muitas lojas por aí.
Num site de venda on-line, é possível encontrar dois modelos de Emilio Pucci, que são verdadeiras tentações! Este site (www.net-a-porter.com) permite fazer compras desde Portugal!




Também a Burberry apresenta umas galochas com o padrão mais conhecido da marca! Existe uma loja Burberry em Lisboa, da mesma forma que outras lojas portuguesas comercializam peças desta marca!

Podes também encontrar à venda on-line umas galochas muito coloridas, que são uma autêntica explosão de cor e de diversão! Estão à venda no site Schäfer Boutique, e são também uma boa opção!

Uma marca que tem umas galochas que são um verdadeiro regalo, é a Plueys, que também se vende em Portugal, mais concretamente na loja Feito Conceito, que fica em Coimbra!
É o único local na Europa que as comercializa, pelo que a loja vale bem uma visita!


Também a Orla Kiely apresenta galochas na sua colecção Outono-Inverno! A marca também está disponível em Portugal, mais concretamente na Closet, que é uma loja que se situa em Lisboa.




Galochas: para calçar já – com ou sem chuva!


A cada estação é eleito pelo menos um tipo de sapato, que sai das passarelas para ganhar as ruas em pouco tempo. No inverno passado foi a vez das ankle boots. No verão, as sandálias de plataforma meia-pata. E no inverno deste ano? Pode apostar: são as galochas.

Coloridas, estampadas, foscas ou brilhantes, elas são ideais para os dias de chuva. E, mesmo que a temporada do frio seja de estio, elas prometem adicionar muito estilo aos looks quentinhos da estação. Para completar, as botas de plástico têm tudo a ver com essa vontade de ser futurista que vem ganhando o mundo fashion – os brilhos metalizados dos acessórios e a textura plastificada ou empapelada de tecidos tecnológicos são bons exemplos. Ao mesmo tempo, têm o pé fincado no retrô: no Brasil, elas eram o calçado oficial das crianças nos dias de chuva, quem pôde se esquecer?

Mixar essas duas referências é graça dessa moda, que já havia aparecido no exterior. Marc Jacobs, Pucci e Burberry fizeram versões estampadas de galochas de luxo e a Prada, no recém-apresentado inverno 2009 masculino, desfilou modelos de cores como vermelho-pinhão ou com aplicações de croco.

Por aqui, 2nd Floor, Carlota Jokina e Gloria Coelho apostam na idéia. “A galocha é bacana, mas não é para usar num look fofo. Tem que ter cuidado para não infantilizar o visual”.Um modelo ilustrado por Bruno 9li, artista responsável pelas muitas estampas da coleção, deve aparecer nas prateleiras da marca. Enqüanto isso não acontece (e enqüanto outras marcas não produzem as suas versões), você pode garantir um par da Sete Léguas, marca clássica desse tipo de calçado, que produziu todas as botas vistas no SPFW. Ah, e pode começar a usar desde já pois são lindas...







Também na colecção Outono-Inverno da Benetton é possível encontra um modelo de galochas brancas, com pintinhas coloridas, muito engraçadas!





Entre nesta moda você também...

Bate-papo com Patrick Eichler, Maquiador Sênior da M.A.C.

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Entrevista de Patrick Eichler com as Meninas da Moda, confira:

Logo após a correria da São Paulo Fashion Week, tive a (super) oportunidade de conhecer e entrevistar um dos maquiadores sênior da M.A.C., Patrick Eichler. Dotado de uma sensibilidade apurada, o make-up artist está na M.A.C. há mais de treze anos. Este texano de 40 anos nunca foi o estereótipo do cowboy – aos 10 anos, já era assinante da Vogue America, devorava a coleção de revistas de estrelas de cinema dos anos 40 de sua mãe e assistia a clássicos do cinema como "Blow Up", de Antonioni, e "Janela Indiscreta", de Hitchcock. Atualmente, Patrick trabalha com alguns dos mais importantes artistas do Cirque du Soleil, já assinou desfiles de Alexander McQueen e Oscar de La Renta, e participou da beleza dos fashion shows de Balenciaga, Vivienne Westwood e Hermès. Também maquia personalidades como as brasileiras Alice Braga e Bebel Gilberto, além de Cyndi Lauper, Liza Minnelli, Sienna Miller e a escritora Susan Sontag. Em meio a personalidades tão diversas, Patrick acredita que maquiar não é apenas beleza ou correção estética. “É uma forma de expressão individual. Sinto-me como um catalisador, que traz à tona a beleza e a ‘personagem’ que, muitas vezes, as pessoas não conseguem enxergar nelas mesmas.”

Meninas da Moda – Como surgiu o interesse por maquiagem em sua vida?
Patrick Eichler – Na verdade, eu não sabia muito bem o que queria fazer da vida. A única coisa certa era o desejo de trabalhar com algo criativo, como pintura, cerâmica, fotografia. Acabei “caindo” na maquiagem por acaso, quando ainda morava no Texas e tinha um trabalho de meio-período na Lancôme, como consultor de perfumaria. Um dia, quando o maquiador deles faltou, perguntaram se eu sabia mexer com pintura. Eu disse que tinha uma idéia, mas que nunca havia maquiado ninguém. Colocaram-me para substituir o maquiador e acabou dando super certo. Além do mais, descobri algo incrível, de que gostei muito.

Meninas da Moda – Quem foi o seu “guru” da arte de maquiar?
Patrick Eichler – Quando estava na Benetton – na época em que eles possuíam maquiagem – tive a oportunidade de trabalhar com Hervé Bonneau. Fizemos um evento em que atendíamos uma pessoa a cada 20 minutos durante um dia inteiro. No final do dia eu estava simplesmente acabado, mas Hervé pediu que eu ficasse com ele mais alguns minutos, pois ele queria me passar algumas coisas. Ele percebeu que, o auge do meu cansaço, seria o momento ideal para que eu captasse e absorvesse as informações que ele queria me ensinar. Com meu cérebro já incapaz de pensar sozinho, eu conseguiria interiorizar todo seu conhecimento, sua experiência. Ele percebeu que eu precisava de aconselhamento e me ensinou vinte anos de trabalho em apenas duas horas. Foi fantástico!

Meninas da Moda – E como você foi trabalhar na M.A.C.?
Patrick Eichler – Ainda no Texas, morando numa cidade pequena, sentia necessidade de um lugar que desse mais valor a pessoas criativas. Meu namorado da época tinha família em Chicago e nós decidimos tentar a vida por lá. Estava trabalhando na Dior e um amigo me falou a respeito da M.A.C., que era uma empresa que tinha mais a ver comigo, pois trabalham com make-up artists e não com beauty consultants, que era o mais comum naquele tempo. A M.A.C. iria abrir uma filial no Texas e acabei pegando um contato para Chicago. Cheguei lá sem dinheiro e ainda sem resposta – eles levaram dois meses para me ligar! Quando finalmente entraram em contato, comecei a trabalhar na loja da Marshall Field’s. Isso foi em 1995. Quatro anos depois, em 1999 decidi que era hora de me mudar para Nova York e acabei indo trabalhar na recém inaugurada loja da Macy’s, da Herald Square, treinando outros make-up artists. Cresci junto com a loja, que hoje é a maior conta da M.A.C. Quando comecei na empresa, nós éramos 100 pessoas; hoje, somos 700.

Meninas da Moda – Quais os seus planos para o futuro?
Patrick Eichler – Provavelmente ainda estarei na M.A.C. Lá, somos todos muito amigos, nos conhecemos bem, trabalhamos com um global team. Além do quê, a empresa nos incentiva a testar outros produtos – de outras marcas mesmo – para conhecermos o que existe no mercado e termos sempre noção do que acontece em outros lugares do mundo. Não se trata de uma empresa quadrada e sim de um lugar que motiva e permite que você exerça sua criatividade. E este diálogo não mudou durante estes anos. Hoje, eu moro em Nova York e acredito que tudo já foi feito por lá. É uma cidade saturada. Estou vivendo um pouco da crise da meia-idade (risos), então começo a pensar em morar numa casa, num lugar mais calmo. Mas quem sabe?

Meninas da Moda – O que não pode faltar dentro da nécessaire?
Patrick Eichler – Corretivo! Tanto para mulheres quanto para os homens. Com esta tendência metrossexual, eles estão se abrindo mais ao uso de maquiagem; estão começando a perceber que podem usá-la a seu favor, para encobrir pequenos defeitos, disfarçar cansaço e espinhas. Na nécessaire feminina, também colocaria rímel e base em pó, e algo que possa ser usados tanto nos lábios, quanto na face. Ah, e um creme hidratante com fator de proteção solar. Esse vale para os dois também.

Meninas da Moda – Qual seu produto M.A.C. preferido?
Patrick Eichler – Como consumidor, cream colour bases! São fáceis de usar e dão um excelente resultado. Profissionalmente, os paintsticks.

Meninas da Moda – Durante a SPFW, você trabalhou em seis desfiles (Forum, Triton, Ellus, Reinaldo Lourenço, Glória Coelho e Pedro Lourenço). Como foi?
Patrick Eichler – Em todos tive uma experiência muito boa. Os três primeiros, eu diria que foram mais fáceis, por serem coleções mais comerciais. Já nos outros três o trabalho foi mais conceitual e pude exercitar mais meu lado criativo. Gosto muito desta coisa de criar uma história que dialoga com as roupas, com o cabelo, de criar uma personagem mesmo.

Meninas da Moda – Em sua opinião, qual será a tendência para a maquiagem de verão aqui no Brasil?
Patrick Eichler – Cores fortes e fluorescentes, como azul, verde, amarelo, quase neon mesmo. Parece-me o correto para a estação. E por serem cores fortes, deverão ser aplicadas de um jeito bem natural. O verão também terá uma atmosfera meio anos 1970, meio anos 1980, portanto o ouro mais fechado também estará em alta.

Os Hits da Primavera Européia

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Enquanto os brasileiros se preparam para a estação mais fria do ano, os europeus já começam a botar as pernocas de fora, dando boas vindas ao calor, ao sol e aos novos modismos. O que se vê é mais uma vez uma releitura de décadas passadas, mostrando o incrível poder da moda de estar sempre se reinventando.
Nas ruas de Barcelona, já é possível identificar muitos hits que devem invadir o verão 2008/2009 do Brasil. A moda New Rave, inspirada na psicodelia dos anos 70, segue firme agora e invade com força os pisantes. A marca Reebok é a queridinha, depois de ter lançado a linha Reebok Freestyle Forever Reign-Bow Sneaker, que une a tendência super colorida com a nostálgica botinha que se consagrou nos anos 80. As cores fortes aparecem também nas roupas, que absorvem ainda dos anos 70 o "Flower Power", ganhando muita estampa floral, de todos os tamanhos e estilos, como apresentou Balenciaga em seu desfile primavera-verão 2008.


Para se proteger do sol e, claro, dar mais um charme ao visual, óculos escuros são itens indispensáveis. O modelo Ray-Ban Wayfarer ainda é o favorito, principalmente os coloridos, e é uma verdadeira febre. Outras marcas também vêm ganhando espaço, como Karen Walker e Linda Farrow Vintage, com modelos retrôs e, ao mesmo tempo, futuristas. Tudo indica que a nova tendência para o acessório é ser vanguardista com inspirações que vem do passado, ou seja, a chave é um estilo atemporal.



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