Tema da Semana...

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sexta-feira, abril 17, 2009


As Primeiras Tendências OUTONO/INVERNO 2010

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As tendências da primavera mal começaram a ser trabalhadas e já se fala em outono 2010? Claro que sim, afinal com a velocidade das informações não vai demorar muito para vermos essas tendências pipocando por aí. Quem trabalha na indústria sabe que logo, logo é hora de pensar no próximo outono/inverno, especialmente nestes tempos difíceis, em que o desafio de conquistar o consumidor é ainda maior.

Essa preocupação era comum em todos os envolvidos na última temporada de desfiles em Nova York, Londres, Milão e Paris. Apesar de muitas grifes terem investido em coleções seguras e comerciais, isso não quer dizer que a estação será previsível e sem graça. Pelo contrário. Há sim um retorno à elegância e muitas peças atemporais, mas também há diversão e pequenas extravagâncias absolutamente necessárias para nossas vidas. Confira abaixo os principais temas e peças-chave do outono/inverno 2010.

Marc Jacobs, Topshop Unique e Balmain

Anos 80:
sim, eles continuam até o ano que vem. O símbolo máximo são os ombros quadrados e super marcados. Os babados e volumes localizados, as cores vibrantes, as meias semitransparentes e os micro comprimentos completam o revival.

Referências: Marc Jacobs, Marc by Marc Jacobs, Alexander Wang, Phi, Topshop Unique, Julien Macdonald, Issa, Gianfranco Ferré, Gucci, Versace, Balmain, Martin Margiela, Givenchy, Hussein Chalayan, Karl Lagerfeld, Chloé.


Nina Ricci, Rodarte e Louise Goldin

Futurismo: o clima sci-fi também permanece por mais uma estação. Cores metalizadas, formas geométricas e arquitetônicas são os elementos.

Referências: BCBG, Jonathan Saunders, Max Azria, Rodarte, Calvin Klein, Giles, Louise Goldin, Rue du Mail, Nina Ricci.


Michael Kors, Lanvin e Prada

Nova Elegância: peças atemporais e de alfaiataria, padronagens clássicas (pied-de-poule, espinha-de-peixe), um certo ar anos 40, saias lápis, vestidos ajustados e nos joelhos, cintura marcada e casacos-vestido. Elementos para um guarda-roupa infalível.

Referências: Peter Som, Michael Kors, Ralph Lauren, Prada, Balenciaga, Stella McCartney, Christian Lacroix, Alexander McQueen, Yves Saint Laurent, Lanvin.


Miu Miu, Stella McCartney e Doo.Ri

Transparências e rendas: o jogo de esconde-mostra volta com força, em clima minimalista ou boudoir, incluindo lingerie à mostra sob jaquetas e vestidos.

Referências: Thakoon, Doo.Ri, Salvatore Ferragamo, Azzaro, Lanvin, Ungaro, Viktor & Rolf, Chloé, Balenciaga, Louis Vuitton, Chanel, Stella McCartney, Miu Miu.


Luella, Paul Smith e Pollini

Militar: as jaquetas e chapéus lembram muito mais o “Soldadinho de Chumbo” do que a indumentária do exército.

Referências: Temperley, Y3, Luella, Paul Smith, Pollini, Kris van Assche.


Catherine Malandrino, Isaac Mizhari e Dolce & Gabbana

Surrealismo: uma visita ao trabalho de Elsa Schiaparelli com estampas e desenhos divertidos e acessórios bizarros.

Referências: Isaac Mizhari, Thakoon, Catherine Malandrino, Dolce & Gabbana.


Behnaz Sarafpour, Givenchy e Louis Vuitton


Marc Jacons, Calvin Klein e Michael Kors

Cores: preto, cinza, azul noite, verde escuro, pink, vermelho, laranja, amarelo, dourado.


Lanvin, Prada e Stella McCartney

Acessórios: colares exagerados e super elaborados, plataformas e salto grossos, e as botas-meias, o fetiche da temporada.

quinta-feira, abril 16, 2009


Fast Fashion: Mocinho ou Vilão?

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O que envolve o fenômeno que acelerou o ciclo de consumo de moda?

O fast fashion é um movimento que identifica, produz e distribui em tempo recorde produtos com preços acessíveis e design atualizado.



Seus produtos foram rotulados por muitos como a moda “descartável”, por conta da falta de qualidade em seus acabamentos e materiais. Para outros, foi classificado como a moda “acessível”, pois permitiu uma espécie de inclusão social, pelo design atualizado. É impossível ficar “fora da moda” graças a ele.




Mas ele é um mocinho ou um vilão?

A positividade do fenômeno é clara, nos últimos anos ocorreu um grande aumento de ofertas de empregos em todo sistema que envolve o segmento moda. Entretanto, o ponto negativo vem da própria indústria, pois foi denunciado o trabalho escravo em países como China e Índia.



Já outra negatividade do movimento só foi delatada algum tempo depois, quando foi percebido que o destino dessas roupas após o uso não eram os brechós, mas sim o lixo comum, nada seletivo e altamente poluente.

O que pode ser feito na tentativa de minimizar essa questão?

É fato que tal movimento não vai “murchar” totalmente por conta de denúncias, o que importa é reconhecer que na ponta final ainda pode-se realizar algumas ações, tais como:

Campanha de Doação - Não vão faltar receptores para esses produtos. Evitar a sazonalidade (inverno, enchentes etc…) e contar com grandes centros de visitação (shoppings e supermercados) são determinantes para exercitar o hábito de doar.

Coleta de Lixo Têxtil - Muitas associações já trabalham com esse material. Algumas vezes ficam carentes deles, pois não contam com a organização do sistema público. Na França segundo Lylian Berlim (coordenadora do curso de pós-graduação de Design de Moda da UNILASALLE - www.unilasalle.com.br ), além da coleta seletiva existem regras rigorosas que caso não sejam cumpridas geram até multa.

Escambo - Promover eventos onde não se usa a moeda para trocar produtos com certeza suavizará o movimento. Recentemente foram promovidos encontros desse tipo aqui no Rio de Janeiro que foram o maior sucesso! Uns levam roupas, outros guloseimas, alguém cede o espaço da casa e pronto!

Dando uma guinada para os varejistas de pequeno e médio porte, me ocorreu que dentro desse movimento, que sem querer eles se envolveram (o fast fashion só pode ser praticado por grandes varejistas), em competitividade de preço e atualização, repasso umas dicas: Faça uma reeducação quantitativa da sua grade e repense sobre a variedade da sua cartela de cores. O resultado será o estoque zerado!

Aproveite para ler o trecho do texto que eu falo sobre a moda Sem Estação.

Para pensar: Suzy Menkes editora do International Herald Tribune comentou que “toda moda é gerada a partir da cultura do momento” o que faz pensar que atualmente cultuamos necessidades que estruturam muito bem o fenômeno fast fashion.

Nova Moda: Usar a camiseta do lado avesso

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Para quem está cansado das camisetas de seu guarda-roupa, uma boa notícia. Você acaba de duplicar o número de opções. Uma nova ¿ e ainda incipiente ¿ tendência da moda masculina nas ruas de Manhattan é usar a camiseta do lado do avesso.
Se tiver um rasguinho aqui, outro ali, melhor ainda.
O estilo é ideal para Ashton Kutcher, Justin Timberlake e o elenco do seriado de TV The O.C., mas parece não ter chegado neles ainda.
Por enquanto, aparece apenas em festas hypes no Brooklyn e entre modelos wannabes de Manhattan. Já existe até a marca Inside Out, que vende camisetas com o print do lado de dentro. Não tão cool..

segunda-feira, abril 06, 2009


Lady Gaga ft.Colby O' Donis & Akon - Just Dance

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Campanha Calvin Klein Jeans - Spring 2009

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